No calor dos meu sonhos eu te vi ali, parado. Me anestesiei quando meu olhar passou pelo teu. Senti a melodia me envolver. Ouvi meus passos se distanciarem na imensidão daquele sonho. Não sei como consegui sentir tua presença, mas eu sei que você estava ali. Olhando pra mim com seus olhos de cristal, fitando-me e esperando a iniciativa. Maldito foi aquele momento em que não consegui correr, chegar perto de você era absolutamente impossível. No meu sonho você era intocável. Foi ai que acordei, e suspirei de alivio por saber que ainda posso te tocar.
Aninha.
quinta-feira, 31 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Num ápice de insanidade.

Queria saber seu nome. Queria reconhecer seu cheiro. Queria ouvir sua voz. Eu só queria um instante, um pequeno e talvez nem tão marcante momento com você. Onde seus lábios tocassem os meus, e tudo paralisasse. Um breve e suave beijo. Queria você num ápice de insanidade, me vendo com outros olhos e com outras intenções, ou apenas me vendo de qualquer jeito.
Aninha.
terça-feira, 8 de março de 2011
SKINS.

CASSIE: Sabe o que é pior do que ter o coração partido?
CASSIE: Não se lembrar de como você se sentia antes.
CASSIE: Tente manter esse sentimento... porque se ele for embora, nunca volta.
CHRIS: O que acontece, então?
CASSIE: Você vira um peso morto para o mundo. E para tudo que há nele.
Skins - 2° temporada, 5° episódio.
CASSIE: Você vira um peso morto para o mundo. E para tudo que há nele.
Skins - 2° temporada, 5° episódio.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Instantes.
Tem vezes que parece que tudo que somos, se compara a nada. Momentos da vida em que tudo dá errado, que tudo parece desmoronar. Em que você é escravo do mundo, e das maldades alheias. Tem momentos que nos sentimos impotentes, incapazes de qualquer coisa. Que nos sentimos frágeis e inseguros. Horas que queremos que o mundo desabe, pois será melhor assim. Mas, acredito com toda minha vontade que esses momentos são essenciais. É por conta deles que nos tornamos pessoas melhores. Por causa desses malditos momentos ruins, que somos obrigados a nos tornar melhor do que aquilo que queremos ser. Que queremos mostrar pra tudo e pra todos que somos tão bons quanto qualquer outro. Pois então, que venham os momentos ruins, que venham as tragédias, que venham os choros, pois é a partir deles que nos tornamos melhores, mais fortes, e bem mais capazes do que já fomos. Não necessariamente felizes, mas a felicidade é conseqüência de tudo isso. Se formos felizes com o que somos, seremos felizes com qualquer coisa.
Aninha.
Aninha.
quinta-feira, 3 de março de 2011
No meio desse lixo todo.
''Aquele um vai entrar um dia talvez por essa mesma porta, sem avisar. Diferente dessa gente toda vestida de preto, com cabelo arrepiadinho. Se quiser eu piro, e imagino ele de capa de gabardine, chapéu molhado, barba de dois dias, cigarro no canto da boca, bem noir. Mas isso é filme, ele não. Ele é de um jeito que ainda não sei, porque nem vi. Vai olhar direto para mim. Ele vai sentar na minha mesa, me olhar no olho, pegar na minha mão, encostar seu joelho quente na minha coxa fria e dizer: vem comigo. é por ele que eu venho aqui, boy, quase toda noite. Não por você, por outros como você. Pra ele, me guardo. Ria de mim, mas estou aqui parada, bêbada, pateta e ridícula, só porque no meio desse lixo todo procuro o verdadeiro amor."
Caio Fernando Abreu.
Caio Fernando Abreu.
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