Eu sinto a carência me consumindo, e tenho a inevitável vontade de me larçar no mundo. De deixar viver. Para que pensar tanto, se é pra se viver tão pouco? O amor nos explora sem que saibamos ou percebamos plenamente. Quando damos conta de nós mesmos, percebemos o quão envolvido estamos, e quão longe já chegamos por alguém que achamos conhecer. No fim de tudo percebemos o quão bobos estávamos, e o quanto andamos na direção errada. Fomos vendados mais uma vez, por aquilo que dizem ser a paixão. Mas a decepção não mata, apenas ensina a viver. Tentamos evitar o inevitável. Eu diria que vamos sofrer muito na vida, e talvez o muito, ainda seja muito pouco. Mas não quero deixar de dizer que vivi, porque sabia que no fim tudo acabaria, e que a morte um dia ainda iria chegar. Mas é aquilo que sempre disse, não é que somos masoquistas e gostamos de sofrer, é que sofreremos sempre, não importa a razão, só cabe a nós mesmos sabermos o nosso limite, e quem são as pessoas ideais para nos fazerem chorar. Pois cada minuto desperdiçado a derramar uma lágrima, são sessenta segundos a menos de sorrisos na sua vida. Por tanto, dedique sua lágrima a algo realmente importante. ''Pois viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas, apenas existem.''
Aninha.
Aninha.
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