
Quando eu era pequena, o que não é há muito tempo atrás, eu costumava fazer minha cartinha para o Papai Noel, pedindo somente diversão. Brinquedos, jogos e bonecas. Não pensava em mais nada, apenas nisso. Em brincar. Em me divertir. Sonhava que todos os anos ele chegaria pela janela (Na falta de uma chaminé) para botar com cuidado tudo aquilo que eu tinha sonhado em ter para brincar, debaixo da árvore de natal. E ficava feliz, em todos os anos, abrir meus presentes e ver que exatamente aquilo que eu pedi, estava ali. E teimava em dizer ''Ele existe! Ele me deu o que eu queria! Ele existe mesmo!'' Hoje, quando meus pedidos mudaram completamente, e eu deixei de desejar bonecas, e comecei a desejar aquilo que todos desejam, felicidade. Continuo afirmando: Ele existe. Ele existe pelo simples fato de acreditarmos que ele é real. Existe, pelo incompreensível motivo de apenas existir dentro de cada um de nós. Como o amor, eu diria. Que existe, está ai, ninguém o vê, mas todos sabem que ele existe. Mas discordo de apenas uma coisa, Papai Noel não é aquele que trás presentes, e sim aquele que trás sorrisos. Que trás a alegria do natal. Porque mesmo que saibamos que algo não pode existir, teimamos em querer que exista. E assim somos felizes tornando o impossível, real. Mesmo que seja apenas dentro de cada um de nós.
Feliz Natal (:
Aninha.
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