
E eu olhava pra ele, e ele olhava pra mim. O silêncio era a base da nossa conversa. Eu gostava, aparentemente ele também. Ele me fazia bem, aparentemente eu fazia bem a ele. Num dia qualquer vou descobrir que me apaixonei, talvez pelo seu olhar, pelo seu cheiro, ou até por alguma conversa boba que tivemos e eu ri sem nenhum tipo de explicação racional. Se eu amei? Não sei. Mas talvez eu tenha a certeza de que amo, talvez eu possa amar... mas só talvez. Talvez num dia qualquer, eu nem o reconheça mais, nem ele a mim. Mas enquanto isso, estamos bem. Do jeito que estamos, e da forma como nos conquistamos.
Aninha.
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