
Como eu queria que você me chamasse agora. Pra qualquer lugar, eu iria. Eu juro que iria. Até pra tomar aquele café gelado de dois dias atrás, ou pra sentar numa calçada e conversar sobre nada. Pra beber aquele suco de maracujá sem açúcar na padaria da esquina, ou pra comer um sanduíche de queijo em qualquer lugar. Só bastaria um convite, um convite inocente e bobo, daqueles sem segundas intenções. Eu juro que me comportaria, que não conversaria sobre nada do que você não quisesse falar. Só sua presença já acalmaria minha alma que se diz tão confusa, tão bipolar. Porque raios você não me liga agora? Porque não recebo mais suas mensagens? Me iludo pensando que é culpa da operadora, e meu coração bobo se conforma com isso. Eu queria mesmo você aqui, para fazer pedido e assoprar esse cílio que acabou de cair.
Aninha.
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